ESCO - EMPRESA DE SERVIÇO EM CONSERVAÇÃO DE ENERGIA

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SISTEMA INTERLIGADO
O CAMINHO DA ENERGIA
O QUE É EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
GESTÃO ENERGÉTICA
DICAS DE ECONOMIA DE ENERGIA

GESTÃO DE ENERGIA
PROESCO
SELO PROCEL

 
SISTEMA INTERLIGADO

 
O CAMINHO DA ENERGIA

 
O QUE É EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
• O QUE É EFICIÊNCIA ENERGÉTICA?
Eficiência energética é economia de energia aliada à utilização de tecnologias mais eficientes, novos materiais e equipamentos, e o uso de recursos naturais com alternativas ecológicas. É a soma de ações e atitudes.

• OBJETIVOS
•Compra de energia ao menor custo possível (acompanhamento de contas de energia elétrica, gás e outras).
•Garantia de que a energia seja usada da maneira mais eficiente possível (estudos de processos para a otimização de consumo).
•Utilização mais adequada da tecnologia (motores, iluminação, ar comprimido, ar condicionado, entre outros).
• Treinamento e conscientização.

• VANTAGENS
Ações de eficiência energética auxiliam na preservação do meio ambiente, com a redução dos gases efeito estufa. Ecologicamente correto, este benefício se viabiliza também economicamente, mediante a utilização de CRÉDITOS DE CARBONO.

• ÁREAS DE ATUAÇÃO
- Gerenciamento dos custos de energia.
- Eficientização de projetos.
- Análise de Processos Produtivos (Térmicos, Químicos, Elétricos)
- Sistemas de distribuição de energia.
- Motores elétricos.
- Iluminação.
- Sistemas de aquecimento e refrigeração.
- Correção do fator de potência.
- Sistemas de ar comprimido.
- Sistemas de gerenciamento de energia.
- Treinamento e conscientização.

• CONTRATO DE PERFORMANCE - O Contrato de Performance é um contrato de risco, onde a APS Engenharia de Energia detecta as oportunidades de economia, implementando-as e, posteriormente, remunerada mediante uma parcela da economia obtida.

Entre as várias formas de contrato de performance, a APS Engenharia de Energia procura sempre um sistema de fluxo de caixa positivo, onde a economia obtida, ou parte dela, custeia o investimento e os serviços necessários.
 
GESTÃO ENERGÉTICA
Uma gestão energética de sucesso envolve a criação de novos processos empresariais, que integram a eficiência energética à estrutura gerencial da empresa.

É uma tarefa com várias dimensões, abrangendo a própria estrutura da organização, o comportamento humano o conhecimento técnico, voltados basicamente em três focos:

• Compra de energéticos ao menor preço;
• Gerenciamento do uso de energia com a mais alta eficiência (Processo);
• Utilização de tecnologia mais apropriada.
Aps Enegenharia | Gestão Enegetica
 
DICAS DE ECONOMIA DE ENERGIA
RESIDENCIAL

USOS
• Iluminação: lâmpadas
• Refrigeração: refrigerador e freezer
• Condicionamento térmico: ar condicionado
• Aquecimento de água: chuveiro elétrico e aquecedor de passagem
• Outros usos: televisão, ventilador, rádio, etc...

DICAS
• Usar de forma racional a energia;
• Utilizar lâmpadas fluorescentes compactas, pois elas duram mais e gastam menos energia;
• Desligar as lâmpadas sempre que você não estiver utilizando;
• Aproveitar o máximo a iluminação natural;
• Pinte com cores claras as paredes internas da casa, pois elas exigem lâmpadas de menor potência;
• Quando utilizar o ar condicionado ou aquecedores, manter portas e janelas fechadas, limpe o filtro periodicamente, proteja a parte externa da incidência do sol sem bloquear as grades de ventilação;
• Utilizar a máquina de lavar roupas com sua capacidade máxima, com o nível adequado de água e sabão;
• Deixar acumular roupas para passar, para evitar o liga/desliga seguido do ferro, e passar primeiro as roupas mais leves;
• Não abra sem necessidade o refrigerador e o freezer, para evitar a entrada de ar quente, fazendo com que o motor trabalhe mais; não guarde alimentos quentes; regule a posição do termostato conforme a estação do ano; instale o aparelho em lugar bem ventilado e não exposto ao sol; a borracha de vedação deve estar em bom estado a fim de evitar fugas de ar frio;
• Utilize o chuveiro elétrico na posição verão e economize 30% de energia;
• Programe o computador para que o mesmo desligue automaticamente o monitor quando permanecer um tempo sem acesso;
• Ao comprar um novo aparelho, dar preferência aos equipamentos com certificação PROCEL de economia de energia.

INDUSTRIAL/COMERCIAL/PRÉDIOS PÚBLICOS

USOS
• Força motriz
• Iluminação
• Refrigeração
• Ar comprimido
• Ventilação
• Bombeamento
• Vapor
• Controle de demanda
• Fornos
• Equipamentos de escritório
• Energia solar

DICAS GERAIS
• Contratos de energia
• Análise das instalações elétricas
• Otimização de processos
• Análise da qualidade de energia
• CIGE
• Gestão da energia

DICAS ESPECÍFICAS

IluminaÇÃo
• Utilize reatores eletrônicos em substituição aos eletromagnéticos;
• Avalie a possibilidade de instalar sensores de presença em locais de pouca movimentação, como escadas de circulação, garagem, almoxarifado, vestiários etc.
• Utilize lâmpadas mais eficientes e adequadas para cada tipo de ambiente. A lâmpada de vapor de sódio, por exemplo, para grandes ambientes ou iluminação externa é mais eficiente do que as lâmpadas de vapor de mercúrio ou as mistas;
• Utilize luminárias espelhadas para lâmpadas fluorescentes;
• Abuse de recursos que aumentem o aproveitamento da iluminação natural: telhas translúcidas, janelas amplas, tetos e paredes em cores claras;
• Divida os circuitos de iluminação instalando interruptores, de tal forma a utilizá-los parcialmente, sem prejudicar o conforto;
• Pinte o teto e as paredes internas com cores claras, que refletem melhor a luz, diminuindo a necessidade de iluminação artificial;
• Mantenha limpas as luminárias. A sujeira reduz o fluxo luminoso, exigindo maior número de lâmpadas acesas;

Ar Condicionado
• Feche as portas e janelas do ambiente quando o ar condicionado estiver ligado.
• Regule o termostato para uma temperatura ambiente de forma a atender as condições de conforto no caso de equipamentos com controle digital. No caso de equipamentos sem marcação de temperatura (tipo knob , comum em ar condicionado de janela) girar o knob para uma posição central da escala.
• Adquira modelos de ar condicionado de janela que tenham o Selo Procel de Economia de Energia com classificação A ou B (economia de até 34% no consumo de energia).
• Instale o aparelho em local de boa circulação de ar, evitando o posicionamento de objetos que obstruam a saída e/ou entrada de ar dos equipamentos.
• Obedeça as dimensões mínimas solicitadas pelo fabricante para a instalação de ar condicionado de janela e splits.
• Limpe periodicamente os filtros, pois filtros sujos diminuem a eficiência dos equipamentos e prejudicam a qualidade do ar no ambiente.
• Utilize maior ou menor entrada de ar exterior quando a temperatura atmosférica estiver baixa ou alta, respectivamente.
• Sempre que possível, ligue o aparelho de ar condicionado uma hora após o início do expediente e desligue uma hora antes do seu término.
• Utilize, preferencialmente, lâmpadas fluorescentes em ambientes climatizados. Oriente os usuários para: Desligar aparelhos elétricos localizados em ambientes condicionados, quando não estiverem sendo utilizados; Manter fechadas as portas e janelas nos ambientes condicionados; Não obstruir ou alterar a regulagem das grelhas de insuflamento e retornos de ar existentes nos ambientes; Regular os termostatos dos aparelhos individuais de forma a evitar frio em excesso e, ao se ausentar por longo tempo, sempre desligá-los.
• Proteja a parte externa do aparelho de ar condicionado de janela ou a unidade condensadora do split da incidência do sol, sem bloquear as grades de ventilação

Motores
• Verifique se existem motores superdimensionados e tente adequá-los;
• Quando for substituir motores, sejam queimados ou superdimensionados, utilize motores de alto rendimento (verifique se a concessionária local contribui financeiramente para essa substituição);
• Quando o regime de funcionamento de um motor for muito variável, pode ser feito um ajuste por meio da instalação de inversores de freqüência;
• Desligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando;
• Faça manutenções preventivas periódicas;
• Verifique se os dispositivos de partida estão adequados.

Bombas de Recalque
• Verifique se há válvula semi-fechada na sucção das bombas radiais e no recalque ou obstrução parcial na válvula de pé com crivo ou no próprio crivo;
• Opere as bombas em pontos de melhor eficiência;
• Evite tubulação incrustada ou com sólidos decantados, pois aumentam substancialmente a perda de carga e, por conseqüência, a altura manométrica e a potência requerida;
• Evite a associação, em paralelo, de bombas com a parábola das curvas de sistemas muito inclinadas e de bombas de polpa, com o sistema de transmissão por polias e correias;
• Verifique a existência de folgas entre rotores e anéis, pois reduzem o rendimento volumétrico;
• Utilize tubulações com diâmetros de sucção e recalque adequados;
• Verifique a presença de cavitação no sistema de bombeamento, pois reduz o rendimento volumétrico.

Sistemas de RefrigeraÇÃO
• Regule sempre o termostato. No caso de câmaras frigoríficas, de acordo com a temperatura de armazenamento dos produtos armazenados e período de armazenamento;
• Procure sempre armazenar na mesma câmara produtos que necessitem a mesma temperatura, percentual de umidade e mesmo período de armazenagem;
• Mantenha sempre em bom funcionamento o termostato e a resistência de aquecimento das unidades evaporadoras que operem em faixas de congelamento, pois o gelo é isolante e dificulta a troca de calor;
• Mantenha, sempre que possível, as portas das câmaras frigoríficas fechadas e vedadas, inclusive as portas das antecâmaras;
• Mantenha sempre em bom funcionamento e limpos os termostatos que operam com válvulas de três vias e/ou com válvulas de expansão;
• Para cada trocador de calor de processo, mantenha sempre o fluxo correto de água gelada, fluido frigorígeno e vazão de ar;
• Use, nas câmaras frigoríficas, somente lâmpadas mais eficientes, preferencialmente frias, mantendo o nível de iluminância adequado (200 lux);
• Evite, sempre que possível, instalar condensadores ao alcance de raios solares ou próximos a fornos, estufas, ou quaisquer equipamentos que irradiem calor;
• Utilize cortina de ar, quando não houver antecâmara;
• Recupere, sempre que houver simultaneidade ou possibilidade de acumulação, o calor rejeitado em torres de resfriamento para aquecimento ou pré-aquecimento de fluidos envolvidos em outros processos. Esta recuperação pode ser realizada por trocadores ou bombas de calor;
• Estude a possibilidade de termo-acumulação em gelo ou água gelada para os sistemas de refrigeração de expansão indireta de médio ou grande porte, que utilizam a água gelada como volante térmico e operem nas faixas de temperatura compatíveis.

Refrigeradores e BalcÕes FrigorÍficos
• Evite o excesso de gelo, através da regulagem correta do termostato do equipamento e de sua limpeza periódica;
• Evite a iluminação direta sobre os produtos congelados;
• Não coloque nos balcões frigoríficos, produtos ainda quentes ou acondicionados em embalagens de transporte;
• Disponha os alimentos de forma a não ultrapassarem a cortina de ar frio formada nos balcões frigoríficos abertos;
• Cubra os balcões de produtos congelados durante a noite para maior conservação do frio;
• Procure aproveitar as câmaras frigoríficas existentes, que funcionam continuamente, para obter um pré-congelamento dos produtos, antes de um primeiro carregamento dos balcões frigoríficos abertos;
• Verifique periodicamente o estado das guarnições ou borrachas de vedação das portas ou tampas dos balcões frigoríficos, geladeiras e freezers, substituindo-as sempre que se encontrarem danificadas, gastas ou com suspeita de vedação insuficiente;
• Dê preferência a balcões frigoríficos com tampa de vidro, que permitem visualização dos produtos expostos, com redução da perda de frio;
• Ao comprar um refrigerador, deve-se procurar um que atenda às necessidades do seu negócio. Quanto maior o refrigerador, maior seu consumo;
• Não abra o refrigerador sem necessidade. Crie o hábito de colocar ou retirar os produtos de uma só vez;
• No inverno, regule o dial de ajuste de temperatura em posição mais baixa, mantendo a temperatura nos mesmos padrões do verão. Consulte o manual do fabricante para saber a regulagem correta;
• Evite colocar produtos ainda quentes no refrigerador. Isso exige mais do motor;
• Não forre as prateleiras com plásticos, vidros ou qualquer outro material e coloque os produtos de forma a facilitar ao máximo a circulação do ar;
• Coloque os líquidos em recipientes fechados;
• Degele o refrigerador segundo as recomendações do fabricante;
• Evite colocar panos ou plásticos na parte traseira do refrigerador;
• A borracha de vedação deve funcionar adequadamente, para evitar fugas de ar frio.

Fornos ElÉtricos
• Utilize fornos dentro do conceito de alta produtividade, ou seja, alta potência específica, alto aproveitamento de potência e alta taxa de utilização do tempo;
• Utilize paralelamente fontes alternativas de energia, como gases residuais combustíveis, queimadores oxi-combustível, uso de lanças de oxigênio para descarburação, injeção de cal/escória espumante e pós-combustão;
• Mantenha sob estreito controle a agitação do banho por meio de agitadores eletromagnéticos e/ou uso de gases inertes;
• Utilize a técnica de vazamento do metal pelo fundo do forno;
• Adote outras técnicas de processo, como, por exemplo, na preparação da carga (envolvendo dimensões, qualidade, densidade e seqüência de carregamento de seus componentes, bem como seu pré-aquecimento) ou, ainda, o carregamento contínuo do forno, corretas condições elétricas para cada fase do processo, carregamento de metal líquido e uso de dupla cuba;
• Sempre que o processo produtivo permitir, mantenha parte do material líquido sem vazar "pé-de-banho" na produção de aços e ferros fundidos;
• Utilize, com os fornos de ultra-alta potência, metalurgia na panela;
• Utilize fornos "holding" que comportem um maior volume de metal líquido para as fases seguintes do processo;
• Recupere o calor contido no gás de saída do forno para pré-aquecimento ou pré-aquecimento e pré-redução da carga.

Ar comprimido
• Verifique periodicamente se existem vazamentos internos, desgaste excessivo em anéis de segmento, válvulas e outros componentes dos compressores;
• Mantenha as correias de acionamento adequadamente ajustadas;
• Procure fazer as tomadas de ar de admissão fora da casa de máquinas;
• Dimensione a tubulação do trajeto entre os compressores e o reservatório para uma perda de pressão máxima de 0,08 kg/cm2 para cada 100m;
• Dimensione a tubulação do trajeto entre o reservatório de distribuição e o ponto de utilização mais distante para uma perda de pressão máxima de 0,03 kg/cm2;
• Elimine todos os vazamentos existentes nas tubulações. O valor máximo admissível para vazamentos é de 5% para indústrias de médio porte que não possuem ferramentas como marteletes, esmeris etc. Para indústrias como as de caldeirarias pesada e construção civil é admissível um valor máximo de 10%;
• Retire da rede de distribuição de ar todos os ramais secundários desativados;
• Utilize válvulas de bloqueio acionadas por solenóides junto aos equipamentos que operem intermitentemente;
• Efetue tomadas de ar para ramais secundários sempre por cima da tubulação principal, para evitar o arraste do condensado;
• Evitar, sempre que possível, estação redutora de pressão centralizada. A redução de pressão deve ser efetuada em local próximo ao equipamento utilizado;
• Evitar tubulações de diâmetro variado e curvas desnecessárias nos trajetos entre a geração e o reservatório de distribuição. De preferência, este trajeto deve envolver uma tubulação mestra dimensionada para uma perda de carga máxima de 0,08 kg/cm2 para cada 100 m de tubulação (comprimento equivalente);
• Regule a pressão de geração de acordo com a pressão necessária. Quanto maior a pressão, maior será o consumo de energia.

Sistema de Gerenciamento de Energia
• É um poderoso instrumento para a mudança de hábitos e racionalização do consumo de energia, permitindo o acompanhamento contínuo das cargas elétricas, segundo os mesmos critérios de medição das concessionárias de energia;
• Realiza a análise da melhor opção tarifária;
• Controle de demanda;
• Apresenta o perfil de utilização de energia;
• Possibilita a setorização de custos da energia.

Treinamento e DivulgaÇÃo
• Palestras de difusão de conceitos de eficiência energética e economia de energia que resultam em economias de energia de até 5%.
• Gestão de Contratos de Fornecimento de Energia Elétrica:
• Compra da energia ao menor custo possível;
• Instrumento utilizado para que a concessionária e o consumidor ajustem entre si, as características técnicas e as condições comerciais do fornecimento da energia elétrica;
• Minimizar a incidência de ultrapassagem de demanda contratada nas faturas;
• Eliminação de consumo reativo excedente.

Elevadores e Escadas Rolantes
• Utilizar o menor número possível de equipamentos fora do horário de maior demanda.
• Situar as áreas de atendimento ao público no andar térreo, evitando o uso de elevadores.
• Analisar a possibilidade de instalar controladores de tráfego para evitar que uma mesma chamada desloque mais de um elevador.
• Evitar sobrecargas, limitando o número de usuários por vez, através de cartazes afixados com destaque.
• Identificar com clareza as diversas seções, explicitando suas atividades, para evitar transportes desnecessários.
• Implantar medidas de conscientização dos usuários mediante cartazes explicativos, inclusive sugerindo que é mais prático utilizar a escada para chegar a andares próximos (para descer 2 andares ou subir um andar).
• Analisar a possibilidade da instalação de sistemas mais eficientes para o acionamento dos elevadores, consultando os fabricantes ou firmas especializadas.
• Estudar a possibilidade de instalar dispositivos de acionamento automático em escadas rolantes.
• Estudar a possibilidade de ter os elevadores trabalhando alternadamente, ou seja, alguns atendendo andares ímpares e outro andares pares; ou ainda, atendendo a diferentes grupos de pisos.
• Estudar a instalação de dispositivos de cancelamento de chamadas falsas. Eles fazem com que as chamadas sejam canceladas caso o elevador pare duas vezes consecutivas sem que haja movimentação de passageiros.

GESTÃO DE ENERGIA
• Compra da energia ao menor custo possível
• Uso da energia da maneira mais eficiente possível
• Utilização da tecnologia mais adequada
DIMENSÕES DA GESTÃO ENERGÉTICA

Dimensões da Gestao energetica

FASES DA GESTÃO ENERGÉTICA
• Aumento do controle sobre o consumo de energia
• Investimentos em medidas de economia de energia
• Manutenção do controle sobre o consumo

FASE 1: Aumento do controle sobre o consumo de energia
• Como a energia é adquirida
tarifa
• Como a utilização da energia é comparada à performance histórica, a outras instalações e a referências (benchmarks)
• Quando a energia é utilizada
perfil de utilização
• Onde a energia é utilizada
equipamentos

FASE 2: Investimentos em medidas de economia de energia
• Ações com prazos determinados
“projetos”
• Investimentos de recursos financeiros e humanos

FASE 3: Manutenção do controle sobre o consumo
• Estabelecer e operacionalizar um eficiente sistema de informações de gestão de energia (sistemas de monitoração), estabelecimento de metas e relatório de energia

PROESCO

Em 2006 o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) criou o PROESCO, urna linha específica de crédito de apoio, com R$100 milhões para projetos de eficiência energética apresentadas por ESCOS's (Empresas de Serviços de Conservação de Energia) e por consumidores finais de energia. São beneficiárias as ESCOs e usuários finais de energia com intervenções que comprovadamente contribuam para a economia de energia com focos em:

• Motores
• lluminação
• Otimização de processos
• Bombeamento
• Ar comprimido
• Ar-condicionado e ventilação
• Refrigeração e resfriamento
• Aquecimento
• Produção e distribuição de vapor
• Automação e controle
• Distribuição de energia
• Gerenciamento energético


São considerados itens financiáveis:

• Estudos e projetos
• Obras e instalações
• Máquinas e equipamentos
• Serviços Técnicos especializados
• Sistemas de informação, monitoramento, controle e fiscalização

E são considerados itens não financiáveis:

• Aquisição ou arrendamento de bens imóveis e benfeitorias
• Aquisição de máquinas e equi­pamentos usados

Os critérios de apoio declarados pela ABESCO são:

• O solicitante devera apresentar projeto que permita identificar, analisar e acompanhar detalhadamente o conjunto de ações e metas, através do qual pretenda contribuir para a conservação do meio ambiente.
• Investimentos realizados no pro­jeto objeto de apoio do BNDES até o sexto mês anterior a data da apresentação do pedido poderão ser considerados para efeito de contrapartida ao projeto.

Procedimentos Operacionais

Usuários Finais de Energia

Para projetos de usuários finais de energia os procedimentos operacionais específicos são os usuais para enquadramento, análise e contratação, constantes das Políticas Operacionais do BNDES, sejam diretas ou indiretas.

Apoio as ESCOs
Para operação e apoio as ESCOs são três as modalidades:

1• Indireta não-automatica, onde o agente financeiro assume integralmente os riscos de crédito.
2• De Risco Compartilhado, quando o BNDES, com participação limitada a 80% e o agente financeiro mandatário (participação mínima de 20% sobre os riscos) assumem o risco do projeto. No caso da modalidade Risco Compartilhado, e necessário um parecer técnico de entidade independente e capacitada certificando a viabilidade técnica sobre a adequação da tecnologia adotada para a obtenção dos resultados esperados. Também o banco devera assinar um contrato de mandato para operar em nome do BNDES antes de realizar operações.
3• Operação Direta, quando o BNDES assume integralmente o ris­co em financiamento superior a R$ 10 milhões, sem a participação de um banco intermediário.

Garantias
No caso de operações de financiamento para ESCOs com Risco Compartilhado entre agentes financeiros e o BNDES, será cobrada do beneficiário uma comissão especial por assunção de risco. Os agentes financeiros deverão obrigatoriamente exigir como garantia dos financiamentos a fiança dos controladores da ESCO e o penhor dos direitos creditórios decorrentes do contrato de prestação de serviços da ESCO com seu cliente.
Nas operações que o agente financeiro assumir integralmente os riscos de crédito, as garantias são negociadas livremente entre as partes, respeitando-se as normas do BNDES sobre o assunto.

Condições Financeiras
Operações com Risco Compartilhado entre o BNDES (participação limitada a 80%) e o agente financeiro mandatário.

Sobre a parcela com risco do BNDES
TAXA DE JUROS = Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Remuneração do Agente Financeiro Mandatário + Remuneração por Assunção de Risco do BNDES, sendo:

Sobre a parcela com risco do Agente Financeiro
TAXA DE JUROS = Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Remuneração do Agente Financeiro, sendo:

Operações com Risco do Agente Financeiro (Indireta Não-Automática)
TAXA DE JUROS = Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Remuneração do Agente Financeiro, sendo:

Operações Diretas
TAXA DE JUROS = Custo Financeiro + Remuneração do BNDES + Taxa de Risco de Crédito, sendo:

Prazo Total
• Até 72 meses, incluído o prazo máximo de carência de até 24 meses.

Nível de Participação
• Até 90% dos itens apoiáveis.

SELO PROCEL

O Selo Procel é um produto desenvolvido e concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - Procel, concedido anualmente, desde 1994, aos equipamentos que apresentam os melhores índices de eficiência energética dentro da sua categoria. Sua finalidade é estimular a fabricação nacional de produtos mais eficientes no item economia de energia, e orientar o consumidor, no ato da compra, a adquirir equipamentos que apresentam melhores níveis de eficiência energética.

 
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